Doença renal crônica: sintomas, causas e tratamento
Os rins são órgãos vitais. Localizam-se na parte posterior do abdome, próximos da coluna. São responsáveis por:
- Filtrar o sangue e eliminar as toxinas pela urina
- Presença de albumina ou proteína na urina
- Alterações na estrutura dos rins
- Auxiliar na fabricação de sangue
- Cuidar da saúde dos nossos ossos
Alterações da sua função podem levar a consequências graves no corpo. Entenda o que é a Doença Renal Crônica neste artigo!
O que é doença renal crônica?
A doença renal crônica (DRC) é uma doença silenciosa na qual ocorre perda da estrutura ou da função dos rins por mais de 3 meses. Essa doença afeta milhões de pessoas no mundo.
A doença caracteriza-se por:
- Taxa de filtração renal reduzida (rim funciona menos que o esperado)
- Realizar o controle de líquidos e sais minerais
- Regular a pressão arterial
- Outras alterações na urina
- Histórico de transplante renal
A doença é na maioria das vezes silenciosa. Por isso, a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais!
Estágios da doença renal crônica (DRC)
A classificação da doença renal é baseada na taxa de filtração glomerular (TFG) e na presença de Albumina na urina. Pode ser classificada em 5 categorias de acordo com a TFG.
Estágio 1: Função renal normal com outros marcadores de lesão
- TFG ≥ 90 mL/min/1,73 m²
- Presença de lesões renais detectadas por exames
- Rins ainda filtram normalmente
Estágio 2: Leve redução da função
- TFG entre 60-89 mL/min/1,73 m²
- Presença de albumina na urina ou outras alterações
- Função renal levemente diminuída
- Geralmente sem sintomas
Estágio 3: Moderada redução da função
Dividido em dois subgrupos:
Estágio 3a:
- TFG entre 45-59 mL/min/1,73 m²
- Sintomas podem começar a aparecer
Estágio 3b:
- TFG entre 30-44 mL/min/1,73 m²
- Maior risco de complicações
- Acompanhamento especializado necessário
Estágio 4: Severa redução da função
- TFG entre 15-29 mL/min/1,73 m²
- Sintomas podem ser mais evidentes
- Preparação para diálise ou transplante
- Acompanhamento nefrológico intensivo
Estágio 5: Falência renal
- TFG 15 mL/min/1,73 m²
- Rins praticamente não funcionam
- Diálise ou transplante necessários
- Também conhecida como doença renal terminal
A classificação pela Albuminúria leva a 3 classes da doença:
Estágio A1
- Albuminúria < 30mg/g
Estágio A2
- Albuminúria 30mg/g - 300mg/g
Estágio A3
- Albuminúria > 300mg/g
Quanto mais alta a classificação, maior a gravidade do paciente. Por isso, a prevenção e a detecção precoce são fundamentais!!
Principais causas da doença renal crônica
Diabetes Mellitus
O diabetes é a causa mais comum de DRC. Representa 38% de todos os casos.
O diabetes descontrolado lesa o rim e promove o desenvolvimento da doença renal do diabetes.
O controle rigoroso da glicemia previne ou retarda o dano renal e de outros órgãos.
Hipertensão arterial
A pressão alta é a segunda causa mais comum. Representa 26% dos casos de DRC.
A hipertensão descontrolada também lesa os rins e leva à perda de sua função ao longo do tempo.
Manter a pressão controlada protege os rins.
Glomerulonefrites
São doenças próprias do rim, onde ocorre a inflamação das estrututuras funcionais do órgão. Isso prejudica suas funções. Podem ter causas autoimunes ou infecciosas.
Podem ser silenciosas, porém geralmente levam a sintomas como inchaço, urina espumosa e pressão arterial elevada.
Doenças genéticas
Algumas condições hereditárias afetam os rins:
- Doença renal policística
- Síndrome de Alport
- Outras malformações congênitas
Obstruções urinárias
Doenças que levam à obstrução da saída da urina por tempo prolongado podem danificar os rins:
- Cálculos renais recorrentes
- Hiperplasia prostática benigna
- Tumores pélvicos
Medicamentos e toxinas
Uso prolongado de certas substâncias podem ser tóxicas aos rins:
- Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)
- Alguns antibióticos
- Lítio
- Drogas ilícitas (cocaína, heroína)
- Suplementos herbais com aristolóquia
Outras causas
- Infecções crônicas (hepatite B, hepatite C, HIV)
- Doenças cardiovasculares
- Obesidade
- Refluxo vesicoureteral
Fatores de risco para doença renal crônica (DRC)
Os principais fatores de risco para DRC são:
- Diabetes Mellitus
- Hipertensão Arterial Sistêmica
- Histórico familiar de doença renal
- Idosos - pacientes acima de 60 anos
- Obesidade
- Tabagismo
- Doenças cardiovasculares
- Uso crônico de medicamentos nefrotóxicos (ex: AINEs)
Doença renal crônica (DRC) pode levar a inchaço?
SIM! O inchaço, conhecido tecnicamente como Edema, pode acontecer em pacientes com doença renal crônica. Em fases avançadas da doença o rim não consegue eliminar o excesso de líquido e de sódio, levando ao inchaço.
O inchaço também pode aparecer quando há perda importante de proteína pelos rins. Os locais de aparecimento do inchaço são:
- Pálpebras (principalmente ao acordar)
- Pernas e Tornozelos
- Pés
- Abdome em casos mais avançados
Sempre que apresentar um inchaço persistente, procure um médico!
***IMPORTANTE: O inchaço também pode aparecer em outras doenças graves como problemas no coração e no fígado! Procure um médico!***
Sintomas da doença renal crônica
A doença renal é SILENCIOSA na maioria dos casos. Os sintomas começam a aparecer em estágios mais avançados da doença.
Estágios iniciais (1-2)
Geralmente assintomático. A doença pode ser descoberta através de exames de rotina.
Estágios moderados (3-4)
Alguns sintomas podem começar a aparecer. Os mais frequentes são:
- Cansaço e fraqueza persistentes
- Inchaço nas pernas, tornozelos e pés
- Inchaço ao redor dos olhos, especialmente pela manhã
- Necessidade de urinar mais vezes durante a noite
- Espuma excessiva na urina
- Urina escura ou com sangue
- Pressão arterial elevada
- Perda de apetite
- Náuseas ocasionais
- Dificuldade de concentração
Estágios avançados (5)
Sintomas mais graves costumam se manifestar:
- Náuseas e vômitos frequentes
- Coceira intensa na pele
- Cãibras musculares
- Falta de ar
- Gosto metálico na boca
- Hálito com cheiro de urina
- Confusão mental
- Sonolência excessiva
- Perda de peso sem intenção
- Pele escurecida
É fundamental a Prevenção e o Diagnóstico Precoce! Se esperar sintomas, pode ser tarde demais!
Diagnóstico da doença renal crônica
O diagnóstico da Doença Renal Crônica é feito através da avaliação clínica somada a exames complementares, na maioria das vezes simples, como:
- Dosagem de creatinina no sangue
- Taxa de filtração glomerular (TFG) - calculada a partir da creatinina
- Urina tipo 1 (EAS) - identifica proteínas, sangue ou células anormais
- Relação albumina/creatinina em amostra isolada de urina - se > 30mg/g está alterada
- Cistatina C em casos selecionados
- Exames de imagem como Ultrassom renal
- Outros exames de imagem como Tomografia computadorizada e Ressonância Magnética são necessárias em casos selecionados
- Biópsia renal - apenas em casos selecionados
Tratamento da doença renal crônica
O tratamento visa retardar a progressão e prevenir complicações. Não há cura, mas o controle adequado melhora a qualidade de vida.
O tratamento deve ser individualizado para cada paciente, após avaliação pelo nefrologista.
As principais estratégias para o tratamento da Doença Renal Crônica são:
Controle da pressão arterial
Estudos mostraram que manter a pressão arterial sistólica abaixo de 120 mmHg é protetora para o rim em pacientes com doença renal crônica. Porém devemos individualizar cada paciente.
As principais classes de medicamento recomendadas para o tratamento da hipertensão na DRC são:
- Inibidores da ECA (enalapril, perindopril, benazepril, etc)
- Bloqueadores dos receptores de angiotensina (losartana, valsartana)
- Outros anti-hipertensivos conforme necessário
Estes medicamentos são fundamentais para evitar a progressão da doença renal crônica, especialmente se há proteína na urina.
Controle do diabetes
A meta da Hemoglobina glicada depende da idade do paciente e de suas comorbidades associadas à DRC. É importante o uso de medicamentos que reduzem a progressão da DRC como os inibidores da iSGLT2 (dapaglifozina ou empaglifozina) e agonistas GLP1 (semaglutida, liraglutida).
O tratamento do diabetes em pacientes com DRC deve ser individualizado e constantemente ajustado para prevenir a progressão da doença renal.
Controle rigoroso da albuminúria/proteinúria
Controlar a perda de proteína pelos rins reduz a progressão da doença renal para fases avançadas. Várias estratégias são utilizadas, porém necessitam de avaliação e prescrição médica.
Alguns medicamentos utilizados são:
- Inibidores da ECA
- Bloqueadores dos receptores de angiotensina
- Inibidores da iSGLT2
- Agonistas GLP1
- Finerinona
Controle do colesterol
Muito importante para evitar a progressão da doença renal crônica.
A maior parte dos pacientes irão necessitar de Estatinas de alta potência, associadas ou não a Ezetimiba.
A indicação das medicações é individualizada, baseada no risco de eventos cardiovasculares de cada paciente.
Correção de anemia
A DRC pode causar anemia, principalmente pela deficiência de produção de Eritropoetina.
Importante definir a causa e tratar adequadamente. A meta de Hemoglobina nos pacientes com doença renal avançada é diferente da população geral. Consulte seu nefrologista para tratamento adequado.
Controle de minerais
Cálcio e fósforo:
- Fósforo elevado pode causar danos graves ao paciente
- Uso de Quelantes de fósforo podem ser necessários
- Suplementação de vitamina D quando indicada
Potássio:
- Níveis elevados são perigosos
- Dieta com restrição de potássio, se necessário
- Medicamentos para reduzir potássio, quando indicados
Correção da acidose
Pacientes com DRC podem ter acidose no sangue. Essa complicação acelera a progressão da doença renal e deve ser tratada.
O tratamento é feito com reposição de bicarbonato de sódio via oral. Sempre sob prescrição médica!!
Modificações na dieta
Proteína:
- Moderação: 0,8 g/kg de peso corporal por dia
- Excesso sobrecarrega os rins
- Preferir proteínas de alto valor biológico e proteínas vegetais
Sódio:
- Limitar a menos de 2 g por dia ( = 5g de cloreto de sódio/dia)
- Reduz pressão arterial
- Diminui albuminúria
Líquidos:
- Restrição necessária apenas em estágios muito avançados da doença
Potássio:
- Evitar alimentos ricos em potássio - principalmente em estágios mais avançados
- Banana, laranja, tomate, damasco, etc
Fósforo:
- Limitar laticínios, refrigerantes, carnes processadas - principalmente em fases avançadas da doença
Estilo de vida
Exercícios físicos:
- 150 minutos de atividade moderada por semana
- Promove melhora da pressão, controle de peso e saúde cardiovascular
Controle de peso:
- Perda de peso melhora função renal
- Reduz pressão e proteinúria
- Manter o peso ideal é a meta
Cessar o tabagismo:
- O cigarro acelera a perda da função dos rins na DRC
- Aumenta risco cardiovascular
Evitar medicamentos/substâncias tóxicas ao rim:
- Anti-inflamatórios não esteroidais (ibuprofeno, diclofenaco, etc)
- Inibidores de bomba de prótons (omeprazol, pantoprazol, etc) em excesso
- Contrastes iodados - em situações específicas - consulte seu nefrologista
Complicações da doença renal crônica
Doenças cardiovasculares
A DRC aumenta significativamente o risco de infarto agudo do miocárdio (IAM), acidente vascular cerebral (AVC), arritmias e insuficiência cardíaca.
Anemia
Deve ser investigada e tratada adequadamente.
Doença óssea secundária à DRC
A DRC reduz a conversão da vitamina D na sua forma ativa e altera o metabolismo do cálcio e do fósforo.
Pode levar à calcificação dos vasos, dor óssea e outras complicações.
Deve ser tratado pelo médico nefrologista.
Distúrbios eletrolíticos
Devem ser avaliados e tratados pelo nefrologista. Os distúrbios mais comuns são:
- Hipercalemia (potássio elevado)
- Hiperfosfatemia (fósforo elevado)
- Hipocalcemia (cálcio baixo)
Acidose metabólica
Acúmulo de ácidos no sangue deve ser corrigido.
Diálise: Quando é necessária?
A diálise é necessária quando os rins falham em executar as suas funções. Geralmente está indicada em fases avançadas da doença – Estágio 5.
Tipos de diálise
Hemodiálise:
- Método mais comum
- Realizada em clínicas 3 vezes por semana
- Sessões geralmente de 4 horas
- O sangue é filtrado por máquina
Diálise peritoneal:
- É feita em casa diariamente
- Usa membrana interna do abdome como filtro
- Garante maior autonomia ao paciente
- Requer treinamento
Transplante renal
O transplante é outro método de substituição dos rins no caso de DRC terminal. Oferece melhor qualidade de vida que a diálise, porém não está indicado em todos os casos. Para ser indicado precisa de:
- Avaliação médica completa
- Compatibilidade com doador
- Cirurgia de transplante
- Medicações imunossupressoras para o resto da vida
- Acompanhamento regular
O transplante pode ser feito com doador vivo ou falecido, sendo a segunda a mais comum.
Prevenção da doença renal crônica
A prevenção é a chave para evitar a doença renal crônica! Para prevenir é necessário levar uma vida saudável. As principais dicas para prevenção são:
Controle de doenças de base
- Controle da hipertensão
- Controle do diabetes
- Controle das demais comorbidades (colesterol alto, doenças cardíacas, etc)
Estilo de vida saudável
- Alimentação balanceada
- Exercícios físicos regulares
- Manter peso adequado
- Cessar o tabagismo
- Moderar consumo de álcool
- Hidratação adequada
Evitar automedicação
- Não usar anti-inflamatórios não esteroidais sem orientação médica
- Evitar suplementos sem prescrição
- Cuidado com remédios ou chás "naturais"
Realizar avaliação médica para exames preventivos
Populações de risco devem fazer anualmente:
- Dosagem de Creatinina sérica e cálculo de TFGe
- Exame de urina
- Relação albumina/creatinina urinária
- Aferição da Pressão arterial
A prevenção e a detecção precoce são primordiais para um tratamento eficaz e para evitar a progressão da doença para fases terminais.
Perguntas frequentes
O que é doença renal crônica?
É a perda de função ou alteração da estrutura dos rins por mais de três meses. Os rins não conseguem fazer suas funções de maneira adequada levando a inúmeras consequências.
Quais são as principais causas?
Diabetes e hipertensão arterial sistêmica são as principais causas de DRC no Brasil e no mundo.. Outras incluem as doenças genéticas, as glomerulonefrites e o uso crônico de medicamentos lesivos ao rim.
A doença renal crônica tem cura?
A DRC não tem cura. Porém, se tratada de maneira adequada, é possível retardar a progressão da doença e garantir qualidade de vida ao paciente.
Quais são os sintomas iniciais?
A doença renal geralmente é assintomática. Os sintomas aparecem em fases mais avançadas e os mais comuns são cansaço, inchaço nas pernas e rosto, alterações na urina e elevação da pressão arterial.
Como é feito o diagnóstico?
Pela avaliação médica somada a exames de sangue (creatinina) e urina (urina tipo 1 e relação albumina/creatinina. Exames de imagem e biópsia renal podem ser necessários em casos selecionados.
Qual a diferença entre os estágios da DRC?
Os estágios da doença renal baseados na filtração dos rins vão de 1 a 5, sendo o estágio 5 o mais grave. Os estágios baseados na albuminúria vão de 1 a 3, sendo o 3 o mais grave.
Quando a diálise é necessária?
A diálise geralmente está indicada em casos mais avançados da DRC, com TFG abaixo de 10-15ml/min/1,73m2. Sintomas graves também podem indicar o tratamento.
Quais medicamentos ajudam a proteger os rins?
Medicamentos devem ser sempre prescritos pelo médico assistente. A classe dos Inibidores da ECA ou bloqueadores de angiotensina, os inibidores SGLT2 (como dapagliflozina e empagliflozina) e, em diabéticos, finerenona são as principais medicações nefroprotetoras, Os agonistas GLP1 também tem seu papel na doença renal do diabetes com albuminúria.
Posso prevenir a progressão da doença?
Sim. É fundamental manter o seguimento regular com o neurologista para garantir o controle rigoroso das doenças do paciente, principalmente o diabetes e a pressão alta. A mudança do estilo de vida aliada ao tratamento correto retardam a progressão da DRC. Evitar o uso de drogas nefrotóxicas é fundamental.
Qual dieta devo seguir?
Não existe apenas uma recomendação dietética para pacientes com DRC. Porém a restrição de sódio (menos de 2 g de sódio/dia) e a moderação de proteínas (0,8 g/kg/dia) e desejada para evitar a progressão da doença. A redução do potássio e fósforo podem ser necessárias. Ideal a orientação por um nutricionista especializado.
Posso fazer exercícios com DRC?
Sim, exercícios são importantes e recomendados na DRC. Auxiliam no controle da glicemia, da pressão arterial e na saúde cardiovascular. Ideal consultar seu médico antes de iniciar.
A DRC aumenta risco de problemas cardíacos?
Sim, a DRC aumenta muito o risco de doenças cardiovasculares como AVC, IAM, entre outras.
Com que frequência devo fazer exames?
Isso será definido pelo seu nefrologista, de acordo com a doença que levou à DRC e seu estágio.
Quando devo procurar um nefrologista?
Se você tem diabetes, pressão alta ou história familiar de doença renal, deve procurar um nefrologista. Pacientes com sintomas sugestivos de DRC ou com exames de função renal alterados (Creatinina elevada, TFG abaixo de 60ml/min/1,73m2 e/ou micoralbuminúria, além de alteração em exames de imagem) também devem procurar a especialidade.
Conclusão: Cuide da saúde dos seus rins
A doença renal crônica é uma doença séria que acomete milhões de pessoas. Pode ser controlada com tratamento e seguimento adequados. A prevenção e o diagnóstico precoce fazem toda a diferença!
A DRC não tem cura, mas o seguimento regular com nefrologista, o uso de medicações adequadas e a mudança do estilo de vida permitem o controle da doença e retardam sua progressão.
Se você tem fatores de risco, não espere o aparecimento de sintomas para procurar um médico.. Faça exames preventivos regularmente. Seus rins trabalham silenciosamente, mas merecem atenção.
O tratamento correto do diabetes e da hipertensão é fundamental! O uso de medicações modernas como os iSGLT2 mudaram o cenário da doença renal crônica. Discuta com seu nefrologista as melhores opções.
A prevenção é o melhor caminho! Cuide de seus rins para garantir sua qualidade de vida no futuro!
Importante: Este artigo tem caráter informativo e educacional. Não substitui consulta médica. Sempre procure orientação de um nefrologista ou médico de confiança para diagnóstico e tratamento adequados à sua situação individual.